Man In The Chair
Man In The Chair
Ano: 2007
Realizador: Michael Schroeder
Optei por iniciar esta saga com um dos meus favoritos dos últimos anos, bem como aquele que inspira o nome deste espaço.

É difícil transformar um enredo relativamente básico numa verdadeira textura de emoções que nos colam ao ecrã, fascinados com cada plano, com cada fala, com o foco apontado ao espectador, incapaz de ficar indiferente perante a brilhante originalidade deste Michael Schroeder.
Um tema nada comercial, com zero de popularidade hollywoodesca - a chamada 'terceira idade', sonhos conquistados durante uma vida, heróis, génios de idos passados. O tempo tudo cura e tudo esquece, mesmo aqueles que brilharam. O corpo enfraquece, a alma entorpece e fica apenas a tristeza da solidão, de uma cama, do vazio e do esquecimento.
Um jovem com um sonho igual ao de tantos outros - ser o 'homem na cadeira' (Michael Angarano). Um génio intratável - Christopher Plummer. Um projecto e a descoberta.
Brilhante na montagem fotográfica, brilhante no argumento (escrito pelo director), uma realização que prima pela audácia e um grande cinematógrafo - Dana Gonzales, que se diz inspirado pela acção, pela beleza e pela beleza em acção, criando uma aparência de efeitos especiais que, na realidade é apenas um 'all in-camera', relembrando outros tempos do grande cinema clássico, quando nada mais havia para além de uma câmara e lentes.
Uma presença digna de uma 'standing ovation' ao genial Christopher Plummer, que numa opinião muito própria, ganha (finalmente!) o reconhecimento de muitos com, talvez, a melhor interpretação de sempre numa carreira repleta de sucessos.
Claramente rotulado como 'indie', passou completamente ao lado dos "entendidos" de Hollywood - vencedor do Heartland Film Festival, do Method Fest, do Palm Beach International Film Festival, do Santa Barbara International Film Festival e do Stony Brook Film Festival. Nomeado para os Prism Awards.
O pior: absolutamente nada.
O melhor: Christopher Plummer e a banda sonora - divina.

É difícil transformar um enredo relativamente básico numa verdadeira textura de emoções que nos colam ao ecrã, fascinados com cada plano, com cada fala, com o foco apontado ao espectador, incapaz de ficar indiferente perante a brilhante originalidade deste Michael Schroeder.
Um tema nada comercial, com zero de popularidade hollywoodesca - a chamada 'terceira idade', sonhos conquistados durante uma vida, heróis, génios de idos passados. O tempo tudo cura e tudo esquece, mesmo aqueles que brilharam. O corpo enfraquece, a alma entorpece e fica apenas a tristeza da solidão, de uma cama, do vazio e do esquecimento.
Um jovem com um sonho igual ao de tantos outros - ser o 'homem na cadeira' (Michael Angarano). Um génio intratável - Christopher Plummer. Um projecto e a descoberta.
Brilhante na montagem fotográfica, brilhante no argumento (escrito pelo director), uma realização que prima pela audácia e um grande cinematógrafo - Dana Gonzales, que se diz inspirado pela acção, pela beleza e pela beleza em acção, criando uma aparência de efeitos especiais que, na realidade é apenas um 'all in-camera', relembrando outros tempos do grande cinema clássico, quando nada mais havia para além de uma câmara e lentes.
Uma presença digna de uma 'standing ovation' ao genial Christopher Plummer, que numa opinião muito própria, ganha (finalmente!) o reconhecimento de muitos com, talvez, a melhor interpretação de sempre numa carreira repleta de sucessos.
Claramente rotulado como 'indie', passou completamente ao lado dos "entendidos" de Hollywood - vencedor do Heartland Film Festival, do Method Fest, do Palm Beach International Film Festival, do Santa Barbara International Film Festival e do Stony Brook Film Festival. Nomeado para os Prism Awards.
Capaz de despertar emoções como poucos alcançam.
Chamo-lhe a obra-prima - a maravilha da criatividade.
Chamo-lhe a obra-prima - a maravilha da criatividade.
O pior: absolutamente nada.
O melhor: Christopher Plummer e a banda sonora - divina.


Já cá estou Lauzinha!!!! :)
Vemos este ainda esta semana??? :D
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